
Do Fundo da Grota
Eduardo Costa
Tradição e orgulho gaúcho em “Do Fundo da Grota”
“Do Fundo da Grota”, interpretada por Eduardo Costa, destaca-se pela maneira como utiliza expressões regionais e detalhes do cotidiano para retratar de forma autêntica a vida rural gaúcha. Termos como “pingo de arreio” (cavalo de montaria), “estrebaria” (estábulo) e “guapecada” (cachorrada) não apenas reforçam o cenário, mas também funcionam como símbolos de identidade cultural, aproximando o ouvinte das tradições do Rio Grande do Sul. O uso intencional desse vocabulário típico valoriza e preserva a linguagem regional, mesmo para quem não está familiarizado com esses termos.
A letra descreve a rotina simples e trabalhosa do campo, marcada pelo contato direto com a natureza e pequenos rituais diários, como “aquento a chaleira” ao amanhecer e o esforço de “reformando um alambrado / na beira de um corredor / no cabo de um socador / com as mão brotiada de calo”. O ambiente é composto por animais e sons característicos, como o “grito do sorro” e o “relincho do potro tordilho”, que ajudam a criar uma atmosfera viva e realista. Ao citar refeições modestas, como “feijão mexido / com pouca graxa e sem sal”, a música reforça a dignidade e o orgulho de uma vida simples, baseada no respeito às tradições e ao trabalho. O sentimento central é de pertencimento e celebração da cultura do interior gaúcho, indo além da nostalgia para afirmar a importância desses valores.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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