
Pagode do Casamento
Eduardo Costa
Humor e cotidiano no casamento em “Pagode do Casamento”
Em “Pagode do Casamento”, Eduardo Costa utiliza o humor e metáforas típicas da cultura sertaneja para retratar os desafios e situações comuns da vida a dois. A comparação da esposa ciumenta com uma “onça pintada” mostra, de forma divertida, como o casamento pode ser uma aventura cheia de riscos, especialmente quando envolve ciúmes e temperamentos fortes. O uso de animais como “cabrito”, “bode” e “gavião” ilustra as disputas, o desejo e a vigilância presentes no relacionamento, trazendo leveza ao abordar temas delicados.
A letra faz um retrato caricato das dificuldades do casamento, como a busca por uma casa própria para evitar problemas com parentes ou o sufoco de viver de aluguel. O verso “Quem casou com muié chata / Se enforcou na gravata / Tá na boca da serpente” usa expressões populares para mostrar que, em certos momentos, o casamento pode parecer uma armadilha. A preocupação com a beleza da esposa e o medo do “gavião” (um possível rival) reforçam o clima de insegurança e ciúme, enquanto a menção ao “padeiro” brinca com o exagero do ciúme masculino. Ao incluir essa música no álbum “Pantanal”, Eduardo Costa homenageia a tradição sertaneja e resgata o humor e a sabedoria popular, tornando esses temas acessíveis a novas gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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