
Sapequinha
Eduardo Costa
Flerte e humor sertanejo em “Sapequinha” de Eduardo Costa
A música “Sapequinha”, de Eduardo Costa, se destaca pelo uso criativo de expressões regionais e metáforas típicas do sertanejo, como “trem doido” e “jacaré”. Esses termos ganham um tom bem-humorado e de duplo sentido, especialmente quando o cantor diz: “Se essa sapequinha cair na minha lagoa, hoje eu sou jacaré”. Aqui, Eduardo Costa brinca com a ideia de conquista, usando a imagem do jacaré esperando na lagoa para mostrar sua prontidão e desejo de aproveitar a chance com a “sapequinha” – um apelido carinhoso e travesso para uma mulher atraente e cheia de charme.
A letra gira em torno de um clima de paquera animada, sem espaço para tristeza ou enrolação, como fica claro no verso “Hoje não tem choro, nem migué”. O refrão “Vamos brincar de besteirinha, brincar de fazer amor” reforça o tom descontraído e sensual da música, destacando a proposta de diversão e leveza. Essa abordagem mais animada e dançante marca uma mudança em relação às baladas românticas do início da carreira de Eduardo Costa. Segundo o próprio artista, essa foi uma aposta para alcançar um público mais amplo. O resultado é uma canção que celebra o flerte e a alegria de viver o momento, com uma linguagem simples, direta e cheia de malícia sertaneja.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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