
Sistema Caipira
Eduardo Costa
Tradições e cotidiano rural em “Sistema Caipira” de Eduardo Costa
“Sistema Caipira”, de Eduardo Costa, retrata com clareza e nostalgia o valor do cotidiano simples e das tradições do interior brasileiro. Nos versos iniciais, o artista relembra a infância e juventude vividas “na roça” e “no mato”, expressando orgulho de pertencer ao “sistema antigo do caipira nato”. O termo “sistema caipira” representa um modo de vida baseado no trabalho coletivo, na proximidade com a natureza e na preservação de costumes transmitidos entre gerações. Referências como “palhoça lá no pé do morro” e “riacho” reforçam o apego ao ambiente rural e à paisagem natural, elementos centrais da cultura caipira.
A letra descreve uma rotina marcada pelo galo cantando de madrugada, o café quente feito pela mãe e o trabalho no roçado, destacando valores familiares e o esforço diário. O trecho “de segunda a sexta é trabalho duro / no sábado a gente procura pagode / domingo é novena rezo na capela” mostra o equilíbrio entre trabalho, lazer e religiosidade, aspectos fundamentais desse universo. Expressões como “cabaça”, “cigarro de palha” e “botina gomeira” dão autenticidade à narrativa, enquanto a figura feminina, que “livra os meus pés da botina gomeira”, traz um tom de carinho e cumplicidade. Assim, “Sistema Caipira” celebra e preserva a memória afetiva e os valores do campo, transmitindo uma sensação de acolhimento e pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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