
Velho Ateu
Eduardo Gudin
Solidariedade e crítica social em “Velho Ateu” de Eduardo Gudin
Em “Velho Ateu”, Eduardo Gudin escolhe como protagonista um personagem marginalizado: um velho ateu e poeta, que expressa desejos altruístas e questiona valores sociais. A música destaca a compaixão e a solidariedade vindas de alguém que não acredita em Deus, desafiando a ideia de que a empatia está restrita a pessoas religiosas. O personagem, descrito como bêbado e solitário, canta na madrugada: “Se eu fosse deus, a vida bem que melhorava / Se eu fosse deus, daria aos que não têm nada”. Esses versos mostram seu desejo de justiça social e cuidado com os mais vulneráveis, mesmo sem fé religiosa.
A escolha desse personagem foi uma decisão de Roberto Riberti, parceiro de Gudin, para dar voz a quem normalmente é ignorado. O fechamento das janelas diante dos versos do velho sugere a indiferença ou o medo da sociedade diante das verdades incômodas que ele revela, apesar de ser um homem “de mãos desarmadas”. Assim, a canção constrói uma atmosfera melancólica e reflexiva, questionando quem realmente pratica a compaixão e quem prefere se afastar do sofrimento dos outros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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