
Sea Shanty
Ekaterina Shelehova
A dualidade entre liberdade e saudade em “Sea Shanty”
A música “Sea Shanty”, de Ekaterina Shelehova, explora o conflito entre o desejo de partir em busca de liberdade e a saudade de quem fica para trás, usando o mar como símbolo central. No verso “I follow down to the sea / To the sea that calls me far away from thee” (“Eu sigo até o mar / Para o mar que me chama para longe de você”), fica claro o chamado irresistível do oceano, que representa tanto uma busca pessoal quanto uma separação dolorosa. A canção faz referência ao poema “Sea Fever”, de John Masefield, especialmente na frase final, reforçando a ideia de que o impulso de seguir o mar é profundo e inevitável.
A letra cria um clima contemplativo e melancólico ao descrever o mar como “a blue that never sleeps” (“um azul que nunca dorme”) e ao reconhecer que, com o tempo, ele “will come to swallow me” (“virá me engolir”). Isso sugere uma aceitação tranquila do destino e da mortalidade, ao mesmo tempo em que celebra a ligação ancestral com “souls who came before and now are free” (“almas que vieram antes e agora estão livres”). O mar aparece como espaço de aventura e autodescoberta, mas também como lembrete da transitoriedade da vida. Os versos “Promise that you will remember me” (“Prometa que vai se lembrar de mim”) e “May I always return to thee” (“Que eu sempre possa voltar para você”) trazem esperança e ternura, equilibrando o desejo de liberdade com a vontade de manter laços afetivos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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