
Velho Poeta
Eli Silva e Zé Goiano
Reflexão sobre envelhecimento e memória em “Velho Poeta”
Em “Velho Poeta”, Eli Silva e Zé Goiano exploram o envelhecimento a partir da perspectiva de quem sente o peso do tempo e a saudade da juventude. A comparação do "velho poeta" com "a curva do rio que secou" transmite a sensação de esgotamento e perda, conectando a trajetória pessoal do narrador ao ciclo natural da vida. A letra expressa o desejo de reviver momentos felizes do passado, como no pedido a Deus para "refazer voltar ao presente / meu passado de felicidade", mostrando a busca por esperança e alegria que ficaram para trás.
A música se insere no contexto da música sertaneja raiz, valorizando a simplicidade da vida no campo e as memórias do interior. Metáforas como "cabelos que já parecem paina" e a pele enrugada que "representa o mapa do estado" ilustram de forma clara o envelhecimento e as marcas deixadas pelo tempo. No trecho final, o narrador pede proteção para quem lê poesia e revela o medo de ser esquecido, evidenciando a preocupação com o legado e a memória. Assim, “Velho Poeta” se destaca como um retrato sensível do envelhecer, da solidão e da esperança de que a poesia mantenha viva a lembrança de quem já não pode viver como antes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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