
E Agora, o Que É Que Eu Faço?
Elias Muniz
Reflexão sobre perda e solidão em “E Agora, o Que É Que Eu Faço?”
“E Agora, o Que É Que Eu Faço?”, interpretada por Elias Muniz, explora a dor da desilusão amorosa e o impacto da confiança quebrada. A letra vai além do simples lamento pelo fim do relacionamento, trazendo à tona um conflito interno do narrador, que se culpa por ter acreditado novamente no amor. Isso fica claro no verso: “Se sempre quebro a cara e fico a brigar comigo?”, mostrando a autocrítica e a dificuldade de lidar com as próprias escolhas.
Embora composta por César Augusto, a música reflete temas recorrentes na carreira de Elias Muniz, como introspecção diante da perda e a solidão. O início do relacionamento é descrito como “Feito um sonho lindo”, mas logo a esperança se desfaz quando a pessoa amada parte: “Você sumiu, deixando a sua marca no meu peito”. A saudade se torna um obstáculo constante, levando o narrador a afirmar: “Jurei não amar mais ninguém, prefiro ser sozinho”. Essa decisão de se isolar revela a vulnerabilidade de quem já sofreu por amor e busca se proteger de novas decepções. A canção se conecta com o público ao expressar emoções sinceras e universais, típicas do sertanejo romântico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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