
Andança
Elis Regina
O amor como guia e jornada em "Andança" de Elis Regina
Em "Andança", Elis Regina interpreta uma letra que destaca o desejo de companhia e entrega ao amor como força que conduz a vida. O pedido repetido “me dá a mão, amor / me leva, amor” mostra não só a busca por alguém ao lado, mas também a confiança em seguir junto, deixando-se guiar pelo sentimento. A música utiliza imagens como “vi tanta areia, andei / da Lua cheia eu sei” para ilustrar uma longa caminhada, marcada por experiências, saudades e aprendizados, onde o percurso é tão importante quanto o destino final.
Lançada no final dos anos 1960, "Andança" reflete um período de transição e autodescoberta, tanto na música brasileira quanto na carreira das intérpretes. Beth Carvalho, por exemplo, migrou da bossa nova para o samba, enquanto Elis Regina trouxe arranjos inovadores à canção. Elementos como “vestido de cetim” e “na mão direita, rosas” criam uma atmosfera de sonho e romantismo, enquanto “rodei na roda, andei / dança da moda eu sei” remete à vivência social e à busca por pertencimento. A saudade inicial se transforma em esperança de parceria, e a metáfora “namorado é rei / nas lendas do caminho” sugere que o amor idealizado é também um companheiro de jornada, capaz de dar sentido às andanças da vida. Assim, a música celebra o encontro, a partilha e a esperança de não mais caminhar só.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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