
Chovendo Na Roseira (part. Tom Jobim)
Elis Regina
Renovação e liberdade em “Chovendo Na Roseira” de Elis Regina
“Chovendo Na Roseira (part. Tom Jobim)”, interpretada por Elis Regina, transforma uma cena cotidiana de chuva em uma reflexão sobre renovação, esperança e a natureza passageira da beleza. A letra destaca a imagem da roseira que “só dá rosa, mas não cheira”, sugerindo que a beleza pode ser delicada e incompleta, e que nem tudo o que é bonito é perfeito. As pétalas levadas pelo vento simbolizam a transitoriedade do amor e da própria beleza, enquanto a chuva representa recomeço e fertilidade, como nos versos: “Chuva boa, criadeira / Que molha a terra, que enche o rio / Que limpa o céu, que traz o azul”.
A presença do tico-tico, que “adivinhou a primavera”, reforça o sentimento de renovação e alegria, marcando o início de um novo ciclo. A menção a nomes como Luiza, Paulinho e João, seguida da afirmação de que a frescura das gotas “é de ninguém”, mostra que a beleza e a renovação trazidas pela natureza são universais, não pertencem a uma só pessoa. O verso final, “Ah, você é de ninguém”, reforça a ideia de liberdade e desapego, alinhando-se ao tom sereno e contemplativo da canção. Assim, a música celebra a harmonia entre o ser humano e a natureza, transmitindo uma mensagem de aceitação, esperança e valorização da simplicidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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