
Folhas Secas
Elis Regina
Memória e saudade em “Folhas Secas” de Elis Regina
Em “Folhas Secas”, Elis Regina interpreta uma letra que utiliza a imagem das “folhas secas caídas de uma mangueira” para muito além de uma cena comum. Essa referência remete diretamente à escola de samba Estação Primeira de Mangueira, um dos maiores símbolos do samba carioca. Ao mencionar as folhas, a canção evoca a nostalgia de quem relembra suas origens e a convivência com grandes nomes do samba, reforçando o sentimento de pertencimento à tradição da Mangueira.
A letra aborda a passagem do tempo e o envelhecimento, como nos versos: “Não sei quantas vezes subi o morro cantando / Sempre o Sol me queimando / E assim vou me acabando”. Aqui, o desgaste físico e emocional é associado à luta diária e à dedicação à música e à escola de samba. O trecho “Quando o tempo avisar que eu não posso mais cantar / Sei que vou sentir saudade ao lado do meu violão e da minha mocidade” mostra a consciência de que a juventude e a capacidade de cantar são passageiras, mas o amor pela música e as lembranças permanecem. A interpretação de Elis Regina transforma essa reflexão em um lamento delicado, mas também em uma celebração da memória e da identidade cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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