
Transversal do Tempo
Elis Regina
Reflexão e busca por sentido em "Transversal do Tempo"
Em "Transversal do Tempo", Elis Regina explora sentimentos de deslocamento e introspecção ao retratar uma personagem que se sente presa entre diferentes momentos da vida. A imagem de estar "fechada dentro de um táxi numa transversal do tempo" sugere uma sensação de paralisia, como se a protagonista não conseguisse avançar nem voltar atrás. As metáforas urbanas, como "pivetes da cidade", representam pensamentos ou lembranças incômodas que invadem a mente de forma persistente, assim como crianças de rua que pedem atenção nas ruas movimentadas.
A frase "acho que o amor é a ausência de engarrafamento" traz um duplo sentido: além de associar o amor à liberdade e fluidez, em oposição ao trânsito caótico, sugere que o sentimento verdadeiro é aquele que não encontra barreiras e segue seu curso natural. Outros trechos, como a comparação das certezas com feridas "numa ambulância" e a espera "como se houvesse um sinal / sem sair do amarelo", reforçam o tom melancólico e reflexivo da música. Eles indicam uma espera constante por mudanças ou respostas que nunca chegam, como quem permanece indefinidamente em um estado de alerta. O contexto do álbum, gravado ao vivo em um período de tensão criativa para Elis Regina, intensifica essa sensação de inquietação e a busca por sentido em meio ao caos cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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