
Inútil Paisagem (part. Tom Jobim)
Elis Regina
A Melancolia da Solidão em 'Inútil Paisagem' de Elis Regina
A música 'Inútil Paisagem', interpretada por Elis Regina, é uma obra que mergulha profundamente na melancolia e na sensação de vazio que a ausência de um amor pode causar. A letra, escrita por Tom Jobim e Aloysio de Oliveira, questiona a utilidade das belezas naturais quando não se tem alguém para compartilhá-las. A repetição de perguntas como 'Pra que tanto céu?' e 'Pra que tanto mar?' reforça a ideia de que, sem a presença da pessoa amada, até mesmo as maravilhas do mundo perdem seu sentido.
A canção utiliza metáforas poderosas para expressar a inutilidade percebida das coisas belas. A 'onda que quebra' e o 'vento da tarde' são elementos que, em sua essência, são belos e inspiradores, mas que, na perspectiva do eu lírico, tornam-se insignificantes diante da solidão. A 'inútil paisagem' é uma representação visual da desolação interna, onde a natureza exuberante não consegue preencher o vazio deixado pela ausência do ser amado.
Elis Regina, conhecida por sua interpretação emocional e técnica vocal impecável, consegue transmitir toda a dor e a saudade presentes na letra. Sua voz carrega uma carga emocional que amplifica o sentimento de perda e desamparo. A música, portanto, não é apenas uma reflexão sobre a beleza natural, mas uma profunda meditação sobre a importância das conexões humanas e como a ausência de alguém especial pode transformar o mundo ao nosso redor em algo sem propósito.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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