
A Banca do Distinto
Elis Regina
Crítica social e ironia em "A Banca do Distinto" de Elis Regina
"A Banca do Distinto", interpretada por Elis Regina, faz uma crítica direta à hipocrisia e ao preconceito social no Brasil. A música destaca comportamentos elitistas e racistas, como no verso “Não fala com pobre, não dá mão a preto, não carrega embrulho”, apontando para pessoas que se consideram superiores e mantêm distância das classes menos favorecidas. Essa crítica é clara e incisiva, denunciando o preconceito social e racial ainda presente na sociedade brasileira.
A letra utiliza metáforas simples para mostrar como a vaidade e o orgulho são ilusórios. O trecho “A vaidade é assim, põe o tonto no alto e retira a escada” sugere que quem se coloca acima dos outros por arrogância está sujeito a cair. Já “Todo mundo é igual quando o tombo termina com terra em cima e na horizontal” reforça a ideia de que, diante da morte, todos são iguais, independentemente do status social. A interpretação de Elis Regina, marcada por um tom irônico e debochado, intensifica a crítica e torna a mensagem ainda mais clara: ninguém está acima das consequências da própria soberba.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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