
Águas de Março
Elis Regina
Renovação e cotidiano em “Águas de Março” de Elis Regina
Em “Águas de Março”, Elis Regina interpreta uma letra marcada pela repetição de imagens simples e fragmentadas, que juntas constroem uma reflexão sobre a vida e seus ciclos. Frases como “é pau, é pedra, é o fim do caminho” e “é um pouco sozinho” mostram como dificuldades, solidão e finais fazem parte da experiência humana, mas são passageiros. A música, composta por Tom Jobim em 1972, usa as águas de março como símbolo do fim do verão e do início de um novo ciclo, trazendo a ideia de renovação e esperança, especialmente no verso “é a promessa de vida no teu coração”.
A letra mistura elementos da natureza, objetos do cotidiano e sensações humanas, criando uma sequência de imagens conectadas pelo ritmo e repetição. Isso reforça a mensagem de que a vida é feita de pequenos acontecimentos, alegrias e desafios, todos importantes para o fluxo da existência. O trecho “é o projeto da casa, é o corpo na cama, é o carro enguiçado, é a lama, é a lama” exemplifica como situações comuns e até frustrantes fazem parte desse ciclo. Assim, a canção convida o ouvinte a perceber beleza e significado nos detalhes do dia a dia, mostrando que cada fim traz um novo começo, assim como as águas de março encerram o verão e anunciam uma nova fase.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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