
Na Pele (part. Pitty)
Elza Soares
Vivências e marcas do tempo em “Na Pele (part. Pitty)”
“Na Pele (part. Pitty)”, de Elza Soares, explora como as experiências de vida deixam marcas visíveis e invisíveis em cada pessoa. A música usa a metáfora da água que esculpe “veios e vales” na pele para mostrar que o tempo e as vivências moldam não só o corpo, mas também o interior. O verso “Olhe dentro dos meus olhos / Olhe bem pra minha cara / Você vê que eu vivi muito / Você pensa que eu nem vi nada” destaca o contraste entre o julgamento superficial e a profundidade das histórias vividas, algo que se conecta diretamente à trajetória de Elza Soares, marcada por superação e resistência. O videoclipe reforça essa ideia ao trazer imagens da vida pessoal e pública da artista.
A repetição de “A vida tem sido água / Fazendo caminhos esguios / Se abrindo em veios e vales / Na pele leito de rio” sugere que rugas, cicatrizes e expressões são registros de lutas, conquistas e perdas. O trecho “Contemple o desenho fundo / Dessas minhas jovens rugas / Conquistadas a duras penas / Entre aventuras e fugas” deixa claro que cada marca é fruto de experiências intensas, muitas vezes dolorosas, mas também de coragem. Quando a letra diz “Se essas são marcas externas / Imagine as de dentro”, amplia o significado das cicatrizes para incluir feridas emocionais e psicológicas. A parceria entre Pitty e Elza Soares une duas gerações de mulheres fortes e celebra a dignidade e a beleza das marcas deixadas pelo tempo e pela vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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