
Papel maché
Emílio Santiago
A delicadeza e a efemeridade do amor em “Papel maché”
A música “Papel maché”, interpretada por Emílio Santiago, destaca-se por associar felicidade e amor a imagens sensoriais e delicadas, como “cores do mar”, “festa do sol” e “arco-íris crepom”. O brinquedo de papel machê, usado como metáfora central, simboliza emoções belas, coloridas, mas também frágeis e passageiras, assim como o próprio material. Inserida no álbum “Aquarela Brasileira 2”, a canção reforça a proposta de Emílio Santiago de valorizar a beleza dos sentimentos simples e cotidianos, celebrando a leveza e as cores da vida.
A letra traz versos como “dormir no teu colo é tornar a nascer”, sugerindo que o amor oferece renovação e proteção. As referências a cores, como “violeta e azul”, “lilás cor do mar” e “seda, cor de batom”, criam uma atmosfera de sonho e ternura. A repetição da ideia de que “nada vai desbotar” expressa o desejo de eternizar esses momentos felizes, mesmo reconhecendo sua delicadeza. Assim, “Papel maché” traduz de forma acessível a experiência de se entregar ao amor e à alegria, reconhecendo tanto sua intensidade quanto sua natureza efêmera.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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