
Kizomba, Festa da Raça
Emílio Santiago
Resistência e ancestralidade em “Kizomba, Festa da Raça”
Em “Kizomba, Festa da Raça”, Emílio Santiago celebra a herança africana e a luta do povo negro no Brasil. A referência à “Lua de Luanda iluminando a rua” cria uma ligação simbólica entre África e Brasil, destacando a ancestralidade e a união dos povos negros na busca por liberdade. O termo “kizomba”, que significa um encontro festivo de pessoas com identidade comum, transforma o samba em um manifesto de celebração das raízes africanas e da resistência cultural, indo além do simples contexto carnavalesco.
A letra homenageia figuras históricas como Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra, Anastácia, que representa força diante da opressão, e Clementina de Jesus, importante para a preservação da cultura afro-brasileira. Ao mencionar o fim do apartheid, a música conecta a luta brasileira à luta global contra o racismo, mostrando solidariedade ao movimento anti-segregação da África do Sul. O samba valoriza elementos como batuque, canto, dança e rituais de matriz africana, exaltando a cultura negra como parte essencial da identidade nacional. Dessa forma, a canção se destaca como um hino de orgulho, resistência e esperança por igualdade racial.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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