
Noite dos Mascarados
Emílio Santiago
Carnaval, desejo e anonimato em “Noite dos Mascarados”
Em “Noite dos Mascarados”, Emílio Santiago interpreta uma letra que explora o jogo de identidades entre Pierrô e Colombina, personagens tradicionais do Carnaval. O verso “Quem é você? Adivinhe, se gosta de mim” destaca o clima de mistério e sedução, mostrando como as máscaras permitem que as pessoas experimentem novas versões de si mesmas e vivam paixões sem medo de julgamentos. Durante o Carnaval, o anonimato oferece liberdade para inventar histórias e se entregar ao momento, como nos trechos: “Eu sou seresteiro, poeta e cantor... Eu sou tão menina, meu tempo passou... Eu sou Colombina, eu sou Pierrot”.
A música foi composta em um contexto de censura, substituindo uma canção proibida, o que adiciona uma camada de crítica à repressão e à necessidade de se reinventar diante de adversidades. O Carnaval surge como um espaço onde as regras sociais são temporariamente suspensas, permitindo transgressão e liberdade, evidenciado no refrão: “Mas é carnaval, não me diga mais quem é você... Que hoje eu sou da maneira que você me quer”. A letra transmite a entrega ao presente e a aceitação da efemeridade das relações e da festa, ressaltando que, ao amanhecer, tudo volta ao normal. “Noite dos Mascarados” celebra a liberdade, o mistério e a leveza do Carnaval brasileiro, misturando desejo e a sensação de que tudo é possível, mesmo que só por uma noite.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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