
Margarida Perfumada
Emílio Santiago
Relações e cotidiano em “Margarida Perfumada” de Emílio Santiago
Em “Margarida Perfumada”, Emílio Santiago apresenta a personagem Margarida como uma figura presente em diferentes situações do dia a dia, seja em ambientes simples ou sofisticados. A repetição dos versos “Margarida no jarro, Margarida do barro, Margarida no carro, Margarida do bairro” mostra como ela é multifacetada e faz parte de todos os momentos do narrador. Essa abordagem reforça que o amor e a admiração não estão presos a um contexto específico, mas acompanham a rotina de forma leve e divertida, refletindo o tom descontraído da música.
A metáfora da “Margarida perfumada” traz frescor e encanto à canção, enquanto a menção à “timbalada” conecta a música à energia dos ritmos afro-brasileiros e à cultura baiana, já que Timbalada é um grupo musical importante desse cenário. O trecho “Seu olho já me espionava / Indo pra timbalada / Pra me ver timbalar” sugere um flerte animado, em que ambos se observam e se divertem juntos. Por outro lado, “Encontrei Margarida chorona / Me pedindo carona / Pr'onde eu vou, você vai” revela o lado sensível e companheiro da relação, equilibrando humor e ternura. O convite “Venha cá”, repetido ao longo da música, reforça o clima de proximidade e celebração, típico das festas populares e do espírito acolhedor da música brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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