
Clandestina (Cocaïna Remix) (part. Edmofo et FILV)
Emma Péters
Dor e denúncia social em "Clandestina (Cocaïna Remix) (part. Edmofo et FILV)"
Em "Clandestina (Cocaïna Remix) (part. Edmofo et FILV)", Emma Péters aborda de forma direta o impacto devastador do tráfico de drogas na vida das pessoas. O verso repetido “La cocaïna a pris ma famille” (“A cocaína tirou minha família”) evidencia a dor pessoal da protagonista, ao mesmo tempo em que denuncia o ciclo de destruição causado pelo tráfico, especialmente em comunidades vulneráveis. A música destaca como a demanda internacional por drogas, principalmente de estrangeiros, alimenta uma cadeia de violência e sofrimento. Isso fica claro no trecho “Et pour que des gringos s'tapent dans la came / On sacrifie des destinées” (“E para que estrangeiros se droguem / Destinos são sacrificados”), que conecta a experiência individual à crítica social mais ampla.
A personagem principal se descreve como “clandestina à Miami”, revelando sua condição de imigrante forçada, fugindo das consequências do tráfico que destruiu sua família. A vulnerabilidade aparece nos versos em que ela pede para ser amada e teme o abandono, mostrando como o trauma e a solidão persistem mesmo após a fuga. A produção eletrônica, com tom melancólico, reforça o sentimento de deslocamento e tristeza. Assim, a canção mistura confissão íntima e denúncia social, oferecendo um retrato sincero e sensível do impacto humano do tráfico de drogas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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