
Pra Dentro, Pra Fora És Cruel
Ena Pá 2000
Duplos sentidos e crítica social em “Pra Dentro, Pra Fora És Cruel”
A música “Pra Dentro, Pra Fora És Cruel” do Ena Pá 2000 utiliza duplos sentidos e trocadilhos sexuais para criar um clima de humor irreverente, ao mesmo tempo em que faz críticas sociais. Expressões como “Pra dentro, pra fora, meter a toda a hora” e “Na cama, no chão, em cima do colchão” são exemplos claros do uso de linguagem ambígua, sugerindo atos sexuais de forma direta, mas sempre com um tom satírico característico da banda. Além disso, versos como “Na lida da casa não há alegria” e “O Sala não sai da telefonia” abordam a monotonia da vida doméstica e a alienação causada pela tecnologia, criticando a rotina e a falta de entusiasmo no cotidiano familiar.
Na segunda parte da música, o tom provocador aumenta com acusações e insultos exagerados, como “Meteste a tua filha num bordel” e “És um reciclado de Chernobyl”. O Ena Pá 2000 usa o grotesco e o exagero para satirizar comportamentos e tipos sociais, expondo hipocrisias e ridicularizando figuras vaidosas ou cruéis. O refrão “És um porco imundo / Quando queres vais até ao fundo / Não sei onde vais parar” reforça a crítica a comportamentos extremos, enquanto “Dos fracos não reza a história” sugere que apenas os ousados ou excêntricos são lembrados. Assim, a música mistura crítica social, humor ácido e sexualidade explícita, mantendo o estilo provocador do grupo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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