
Sexo Na Banheira
Ena Pá 2000
Irreverência e crítica social em “Sexo Na Banheira”
“Sexo Na Banheira”, da banda Ena Pá 2000, utiliza o humor escrachado e a repetição do verso “Sexo na banheira é bom” para ironizar a banalização do sexo na cultura popular. A letra apresenta situações absurdas, como o encontro com “uma rapariga chamada cristina” em um “grande bacanal” numa piscina, além de referências a concursos de “nadadeiro-salvadeiro” e familiares caricatos, como “O avô é paralítico a avó é sifilítica”. Esses elementos reforçam o tom satírico e irreverente, características marcantes do grupo dentro do contexto artístico português dos anos 1990.
A música brinca com a ideia de que o sexo, mesmo em ambientes inusitados como a banheira, é universalmente prazeroso, chegando a afirmar que é “bom para a mamã, bom para o papá”. Essa generalização, junto à descrição de cenas familiares e absurdas, serve para ridicularizar tabus e expor o ridículo de certos moralismos. O uso de humor escatológico e situações exageradas, como “flutuam rãs em todos os buracos”, provoca o ouvinte e satiriza tanto a sexualidade quanto a instituição familiar. Assim, “Sexo Na Banheira” se destaca como uma crítica bem-humorada à hipocrisia e à caretice social, feita com o sarcasmo característico dos Ena Pá 2000.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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