
Pose (Anos 90)
Engenheiros do Hawaii
Crítica à superficialidade dos anos 90 em “Pose (Anos 90)”
Em “Pose (Anos 90)”, Engenheiros do Hawaii utiliza ironia e imagens marcantes para criticar a superficialidade e o conformismo presentes na sociedade dos anos 90. Logo nos primeiros versos, ações como “passear depois do tiroteio” e “dançar num cemitério de automóveis” expõem o contraste entre a busca por normalidade e prazer em meio ao caos urbano. Essas cenas destacam como muitos preferiam ignorar problemas sérios, tratando-os com leveza ou indiferença. O verso “colher as flores que nascerem no asfalto” reforça a tentativa de encontrar beleza em ambientes hostis, mas sempre com um olhar questionador.
A letra rejeita atitudes de fachada, como fica claro em “Não é pose, não é positivismo” e “Eu não vou perder meu tempo brincando de ser mau”. Humberto Gessinger critica tanto o conformismo quanto a rebeldia artificial, apontando para a tendência de jovens adotarem posturas “revolucionárias” apenas por moda. A referência à “santíssima trindade: sexo, drogas, rock'n roll” ironiza os clichês da rebeldia juvenil, mostrando que até a contestação virou produto. O convite a “remar contra a corrente, desafinar do coro dos contentes” incentiva a autenticidade e a busca por um sentido próprio, mesmo que isso signifique desafiar o senso comum. Ao final, a música propõe esquecer o “dia-a-dia” e buscar novas formas de viver, sem se prender a poses ou modismos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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