
O Exército de Um Homem Só
Engenheiros do Hawaii
Autenticidade e resistência em “O Exército de Um Homem Só”
"O Exército de Um Homem Só", dos Engenheiros do Hawaii, aborda o conflito entre a busca por autenticidade individual e a pressão para se adaptar a padrões sociais superficiais. Inspirada no livro homônimo de Moacyr Scliar, a música acompanha a trajetória de alguém que tenta construir uma realidade mais justa e verdadeira, mesmo enfrentando isolamento e a dificuldade de mudar o mundo sozinho. A repetição do verso “Somos um exército, o exército de um homem só” reforça a ideia de resistência solitária e autossuficiência, refletindo o protagonista do livro, que persiste em seus princípios apesar da solidão.
A letra também faz críticas à artificialidade da sociedade, como em “sangue falso, bangue-bangue italiano / suínge falso, turista americano”, apontando para a rejeição de comportamentos importados e encenados. Ao dizer “não interessa o que o bom senso diz / não interessa o que diz o rei”, a canção desafia normas e autoridades, defendendo a liberdade de pensar e agir fora das convenções. O trecho “nós falamos outra língua / moramos em outro país” simboliza a alienação voluntária de quem escolhe um caminho próprio, mesmo que isso signifique estar à margem. Assim, a música se torna um manifesto sobre a importância de manter a integridade e a autenticidade, mesmo diante da solidão e da incompreensão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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