
Parabólica
Engenheiros do Hawaii
Conexão afetiva e trocadilhos em “Parabólica” dos Engenheiros
Em “Parabólica”, dos Engenheiros do Hawaii, a escolha do termo "parabólica" vai além da referência à antena que capta sinais distantes. A palavra funciona como metáfora para a conexão afetiva entre pessoas separadas fisicamente, especialmente entre pai e filha. O verso “a distância não separabólica” destaca que, mesmo longe, o vínculo permanece forte, como uma transmissão que atravessa qualquer espaço.
A música também explora jogos de palavras, como em “paradoxo” e “paralelas que se cruzam”, além de referências geográficas como “Paraná”, “Paraguaia” e “Belém do Pará”. Esses elementos ampliam o sentido da canção, sugerindo que as relações humanas são marcadas por encontros inesperados e distâncias que, na prática, podem ser superadas. A homenagem de Humberto Gessinger à filha Clara aparece em “Princesinha Clarabólica”, unindo o nome dela à ideia de sintonia e comunicação. Frases como “o pecado mora ao lado e o paraíso paira no ar” mostram a convivência entre desafios e sonhos no dia a dia, enquanto “pecados no paraíso” brinca com a dualidade entre inocência e tentação, típica do amadurecimento. Com um tom leve e reflexivo, a canção transforma sentimentos complexos em imagens simples e afetuosas, celebrando a proximidade emocional que resiste à distância.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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