
Arame Farpado
Engenheiros do Hawaii
Barreiras e superação em "Arame Farpado" dos Engenheiros do Hawaii
"Arame Farpado", dos Engenheiros do Hawaii, aborda as barreiras sociais e pessoais enfrentadas por quem se sente excluído ou marginalizado. O verso “Acesso negado, a gente não existe” destaca a sensação de invisibilidade, enquanto “arame farpado, silêncio de chumbo” reforça a ideia de obstáculos duros e opressivos. Segundo Humberto Gessinger, essas imagens refletem a experiência de ser artista no Brasil, onde a exclusão pode ser tanto física quanto psicológica e institucional, funcionando como uma regra não escrita, mas presente no dia a dia.
A música também fala sobre resiliência diante das adversidades. Símbolos como a serpente que troca de pele e o avião que reabastece em pleno voo representam a capacidade de adaptação e renovação, fundamentais para sobreviver em ambientes hostis. O refrão “Não sofro mais, agora eu sei o que nos faz sobreviver” mostra um amadurecimento: a sobrevivência depende de se reinventar sem perder a essência. A atmosfera reflexiva e melancólica reforça que, apesar das dificuldades e das marcas do passado, é possível transformar a dor em aprendizado e resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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