
Camuflagem
Engenheiros do Hawaii
Vigilância e resistência em "Camuflagem" dos Engenheiros do Hawaii
A música "Camuflagem", dos Engenheiros do Hawaii, aborda de forma irônica e crítica a sensação de viver em um mundo cercado por mecanismos de vigilância e controle. A letra cita exemplos como "foto de satélite, visão de raio x, cães farejadores, detectores de metal", mostrando como a sociedade está cada vez mais monitorada. No entanto, o refrão "Não captarão" funciona como um lembrete de que, apesar de toda essa tecnologia, sempre há algo que escapa à detecção. Isso pode se referir a sentimentos, pensamentos ou ações que permanecem invisíveis, mesmo diante de tanta vigilância.
O contexto em que a música foi lançada, marcado por debates sobre terrorismo e privacidade, aparece de forma sutil na letra. Humberto Gessinger, em entrevistas, relacionou a canção aos dilemas de segurança que surgiram após ataques terroristas, destacando o paradoxo entre o desejo de proteção e a perda de liberdade. A música também ironiza o excesso de controle ao citar métodos como "leitura de mão" e "regressão a outras vidas", ampliando a crítica para além da tecnologia. Assim, "Camuflagem" questiona até que ponto é possível controlar tudo e sugere que a essência das pessoas e dos acontecimentos mais importantes sempre vai escapar dos sistemas de vigilância, por mais avançados que sejam.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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