
Descendo a Serra
Engenheiros do Hawaii
Mudanças e transições em "Descendo a Serra" dos Engenheiros do Hawaii
Em "Descendo a Serra", os Engenheiros do Hawaii abordam o desafio das mudanças e a sensação de estar preso em ciclos difíceis de romper. A imagem da "bailarina no asfalto" destaca a busca por leveza e equilíbrio em meio à dureza da vida, representada pela descida sinuosa da serra. Essa figura sugere um desejo de escapar da realidade pesada, trazendo um contraste entre delicadeza e adversidade.
A metáfora da estrada como "serpente morta às portas do paraíso" reforça a proximidade entre perigo e salvação, mostrando que momentos de transição podem ser arriscados, especialmente quando estamos perto de alcançar algo importante. A repetição de expressões como "um dia de cão, um mês de cães danados" e "um cão anda em círculos atrás do próprio rabo" transmite o cansaço de enfrentar problemas recorrentes. A referência ao "ovo da serpente" sugere que certos desafios parecem inevitáveis, como se estivessem prestes a surgir a qualquer momento. O conflito entre partir e ficar aparece nos versos "é tão difícil partir" e "é impossível ficar", expressando a angústia das decisões em momentos de mudança. Por fim, a dificuldade de dizer adeus quando já não há mais o que ser dito sintetiza o esgotamento emocional diante das transformações inevitáveis da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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