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Los Pasos Del Callejón Sin Salida

Bunbury

Letra

Os Passos do Beco Sem Saída

Los Pasos Del Callejón Sin Salida

O suplício da noite e o suplício do diaEl suplicio de la noche y el suplicio del día
O suplício da realidade e o suplício do sonhoEl suplicio de la realidad y el suplicio del sueño
Desdobram esse movimento que se ignoraDespliegan ese movimiento que se ignora
E ao qual outros puderam, não sei como, chamar de vidaY al que otros pudieron, no sé cómo, llamar vida

Como uma tortura que de longe, na escuridãoComo una tortura que desde lejos, en la oscuridad
Pensasse um animal sem olhos, com a alma adormecidaPensara un animal sin ojos, con el alma dormida
Sonhando este pesadeloSoñando esta pesadilla

Como uma tortura estudadaComo una tortura estudiada
Para que o sofrimento aumentasse, pouco a pouco e alémPara que el sufrimiento aumentara, poco a poco y más allá
Do momento em que se tornou insuportávelDel momento en que se hizo insoportable
Fazendo-nos aprender à força, uma ciência da dorHaciéndonos aprender por la fuerza, una ciencia del dolor
Como a única sabedoria possível na zona fechadaComo la única sabiduría posible en la zona clausurada

O suplício da realidade e o suplício do sonhoEl suplicio de la realidad y el suplicio del sueño
E meu corpo no potro, exibindo sua torturaY mi cuerpo en el potro, exhibiendo su tortura
Como uma vaidade, veja agora um potro no meio do palco vazioComo una vanidad, ved ahora un potro en medio del escenario vacío
Ou meu eu se preparando para percorrer mais uma vezO mi yo disponiéndose a recorrer una vez más
Os poucos passos que cabem no beco sem saídaLos pocos pasos que caben en el callejón sin salida

Ao qual mostro como uma vaidadeAl que muestro como una vanidad
E avançarei, avançarei meu corpoY avanzaré, avanzaré mi cuerpo
Sem inteligência nem almaSin inteligencia ni alma
Pela rua onde ninguém me conhecePor la calle en donde nadie me conoce

Andarei por aíAndaré por ahí
Rebolando e falando sozinho, sem verContoneándome y hablando solo, sin ver
Que levo uma mulher nas minhas costasQue llevo una mujer sobre mi espalda
Com as unhas cravadas nos meus ombrosCon las uñas clavadas en mis hombros
E me mordendo o pescoço, embriagada do meu sangueY mordiéndome el cuello, ebria de mi sangre
Embriagada do meu sangueEbria de mi sangre

O suplício da noiteEl suplicio de la noche
E o suplício do diaY el suplicio del día
O suplício da realidadeEl suplicio de la realidad


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