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Afer Ventus

Enya

Reflexão sobre existência e transcendência em "Afer Ventus"

Em "Afer Ventus", Enya utiliza nomes de mares lunares e deidades dos ventos para criar uma atmosfera que transporta o ouvinte para uma dimensão cósmica e atemporal. O uso do latim, idioma clássico e universal, reforça essa sensação de transcendência e distanciamento do cotidiano. Expressões como “Et itur ad astra” (E vai-se para as estrelas) apontam para uma busca constante por algo maior, por momentos de epifania e compreensão profunda, como explicou Roma Ryan ao comentar a inspiração da música.

A letra alterna entre referências naturais e mitológicas — como “Mare Nubium”, “Zephyrus” e “Eurus” — e reflexões filosóficas sobre a existência. Um exemplo é o verso “Memento, terrigena; memento, vita brevis” (Lembre-se, terrestre; lembre-se, a vida é breve), que destaca a transitoriedade da vida humana diante da imensidão do universo. Outro trecho, “Meus mihi, suus cuique carus” (O que é meu é querido para mim, e o que é de cada um é querido para ele), ressalta a individualidade e o valor pessoal de cada experiência. Assim, "Afer Ventus" convida a uma reflexão serena sobre a brevidade da vida, a singularidade de cada pessoa e a busca por sentido, tudo envolto em uma sonoridade que sugere movimento, leveza e contemplação.

Composição: Enya / Roma Ryan. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Jonatas e traduzida por Jonatas. Legendado por Felipe. Revisões por 3 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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