
Gente Aberta
Erasmo Carlos
Abertura emocional e liberdade em "Gente Aberta" de Erasmo Carlos
Em "Gente Aberta", Erasmo Carlos faz uma crítica à superficialidade e ao fechamento emocional, valorizando pessoas dispostas a viver o amor de forma autêntica. Inspirado pelo movimento hippie e pelo festival de Woodstock de 1969, o artista expressa o desejo de se cercar de quem está aberto a amar sem reservas. Isso fica claro no verso: “Gente certa é gente aberta / Se o amor chamar / Eu vou”, onde a abertura para o amor é apresentada não só como algo romântico, mas como uma escolha de vida, rejeitando relações frias ou distantes.
A letra destaca que elementos como “o mar, o sol e a flor” só têm sentido quando existe uma conexão verdadeira com o outro. O refrão repetitivo “Eu vou, eu vou, eu vou” reforça a disposição de seguir o chamado do amor e da comunhão, refletindo o espírito de coletividade e aceitação típico do período hippie. Ao dizer “quem não tem nada com isso / veio a vida e não amou”, Erasmo sugere que viver plenamente significa se permitir sentir e compartilhar, reafirmando sua postura contra o preconceito e a favor da abertura emocional, temas frequentes em sua trajetória artística.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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