
Mais Um Na Multidão (part. Marisa Monte)
Erasmo Carlos
Amor oculto e solidão em “Mais Um Na Multidão”
“Mais Um Na Multidão (part. Marisa Monte)”, de Erasmo Carlos, retrata a experiência de um amor vivido em segredo, marcado pela intensidade dos sentimentos e pela sensação de anonimato. O verso “Guarde segredo que te quero / E conte só os seus pra mim” evidencia que o relacionamento é mantido oculto, sugerindo uma paixão proibida ou não assumida publicamente. Essa escolha de esconder o amor reforça o sentimento de ser apenas “mais um na multidão”, como se, apesar da força do vínculo, ambos precisassem se misturar entre as pessoas, sem poder expressar abertamente o que sentem.
A saudade e a distância aparecem em “Longe do seu ninho / Meu andar caminho / Deixo onde passo / Os meus pés no chão / Sou mais um na multidão”, mostrando que, mesmo separados, o desejo e a lembrança permanecem. Metáforas como “O amor é fogo / E ferve queimando / Estou ferido agora / E sigo te amando” reforçam a ideia de um sentimento intenso, doloroso e incontrolável, que persiste apesar do tempo ou da distância. O contexto da colaboração entre Erasmo Carlos, Marisa Monte e Carlinhos Brown, fruto de admiração mútua e conversas sobre criação musical, contribui para a atmosfera intimista da canção. A repetição do refrão “Sou mais um na multidão” sintetiza o dilema central: mesmo vivendo um amor único, os protagonistas se sentem invisíveis diante do mundo, divididos entre o desejo de se destacar e a necessidade de se esconder.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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