
Fazenda Velha
Erivaldo de Carira
Tradição e superação familiar em "Fazenda Velha"
Em "Fazenda Velha", Erivaldo de Carira narra sua trajetória pessoal, destacando a continuidade da tradição familiar e a transformação de sua identidade. Quando canta “Meu pai já foi sanfoneiro, hoje quem toca sou eu”, ele evidencia não só o respeito às raízes, mas também a passagem do ofício de pai para filho, mostrando como a música e o forró fazem parte de sua história. A letra é claramente autobiográfica, trazendo detalhes do cotidiano no sertão, como “correr com o gado” e “tirar leite do gado”, que representam tanto o trabalho árduo quanto o orgulho de suas origens rurais.
A canção também aborda as mudanças sociais enfrentadas por muitos nordestinos, que precisaram se adaptar diante das transformações econômicas e culturais. Nos versos “trabalho com qualquer máquina mais seja ela qual for” e “conheço Brasil inteiro, pra onde me mandar eu vou”, Erivaldo mostra sua capacidade de se reinventar e sua disposição para encarar novos desafios, sem perder o vínculo com a terra natal. "Fazenda Velha" celebra a resiliência, a importância da família e o legado cultural transmitido de geração em geração, algo que o artista reforça ao interpretar a música junto com seus filhos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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