
Cabelos Brancos
Ernesto Nunes
Envelhecimento e orgulho em “Cabelos Brancos” de Ernesto Nunes
A música “Cabelos Brancos”, de Ernesto Nunes, apresenta uma visão positiva e acolhedora sobre o envelhecimento, desafiando o preconceito que associa cabelos brancos e rugas a algo negativo. Logo no início, a letra afirma que esses sinais são um “direito sublime da natureza”, destacando que envelhecer é um processo natural e digno de respeito. O contexto da música nativista gaúcha, que valoriza família e tradições, aparece quando o artista celebra a felicidade de envelhecer cercado pelos netos, como no trecho: “Feliz daquele que consegue envelhecer / Ouvindo os netos dizendo, bênção meu vô”.
A canção também faz uma crítica leve à vaidade e à tentativa de esconder a idade, como em “A maioria pinta pra esconder a idade / Tudo por conta da vaidade e da beleza”. Ernesto Nunes sugere que aceitar os sinais do tempo pode ser motivo de orgulho e charme, como mostra ao afirmar: “para mim é um charme não lamento envelhecer”. Ele valoriza a experiência e a sabedoria adquiridas ao longo dos anos, alinhando-se ao espírito da música nativista, que exalta a simplicidade e o respeito às raízes. A imagem de um “casal bem grisalho / Sem pré-conceito esbanjando felicidade” reforça a mensagem de que a maturidade pode ser vivida com alegria, sem se render à pressão social pela juventude eterna.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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