
Favola
Eros Ramazzotti
Reflexão sobre isolamento e amor em “Favola” de Eros Ramazzotti
Em “Favola”, Eros Ramazzotti explora o desejo de isolamento e autossuficiência do protagonista, que se transforma em árvore “per scelta sua” (por escolha própria). Essa decisão é inspirada pelo conto de Hermann Hesse, citado no contexto da música, e reflete uma busca por paz interior e autoconhecimento. Nos versos “non ho più bisogno di nessuno / ecco la bellezza della vita che cos'è” (“não preciso mais de ninguém / eis o que é a beleza da vida”), o personagem encontra satisfação na contemplação da natureza e na liberdade de não depender de outros. Ele se sente em harmonia com o ambiente, tornando-se abrigo para animais e aprendendo com o vento e a chuva.
A narrativa muda com a chegada de uma jovem de “occhi che avevano rubato al cielo un po' della sua vernice” (“olhos que haviam roubado do céu um pouco de sua cor”). O estremecimento das raízes simboliza o impacto do amor e da conexão humana, mostrando que a felicidade completa não se alcança apenas na solidão. O verso “Capì che la felicità non è mai la metà di un infinito” (“entendeu que a felicidade nunca é a metade de um infinito”) resume essa descoberta: a realização verdadeira está em compartilhar a vida. Ao final, a música sugere que o amor é o elemento que transforma a existência, preenchendo a “immensa solitudine” (“imensidão da solidão”) e dando sentido à “favola d’amore” (“fábula de amor”) que todos desejam viver.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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