
Usura
Escurinho
Crítica social e urgência nas relações em “Usura”
A música “Usura”, de Escurinho, faz uma crítica direta à exploração financeira e à falta de coragem para romper com padrões sociais opressores. O refrão, “É jogo de cintura / Mais um pouco de usura”, liga a letra ao conceito de exploração econômica, mostrando como interesses materiais e busca por vantagem contaminam relações interpessoais e sociais. Ao repetir “Você me diz / Que o problema é dinheiro / Mas eu insisto / O que lhe falta é coragem”, Escurinho sugere que a justificativa financeira muitas vezes serve para esconder a falta de atitude ou de vontade de agir de forma autêntica e afetiva.
A canção também aborda a caridade superficial e a hipocrisia social, como no trecho “Não adianta dar aos pobres / O que deveria ser / Atirado aos porcos”. Aqui, Escurinho critica gestos de generosidade feitos apenas para aliviar a consciência de quem tem poder econômico, sem enfrentar as causas reais da desigualdade. O tom direto e urgente dos versos “Se você me ama / Que me ame agora / Se quer me dar flores / Que me mande agora” reforça a ideia de que o momento de agir é o presente, sem desculpas ou adiamentos. Assim, “Usura” se destaca como uma crítica social forte e um chamado à ação e à sinceridade nas relações humanas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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