
Mantra
Eskröta
Violência e denúncia social em “Mantra” de Eskröta
A música “Mantra”, da banda Eskröta em parceria com MC Taya, faz uma crítica direta à conivência social diante da violência contra a mulher, especialmente nos casos de estupro e feminicídio. O refrão “Onde senta um estuprador ninguém levanta, são todos coniventes, repita como mantra!” é uma acusação clara à sociedade, mostrando que o silêncio e a passividade diante desses crimes acabam perpetuando a impunidade e o sofrimento das vítimas. O uso da palavra “mantra” é irônico, pois sugere que essa conivência se tornou um comportamento repetido e naturalizado, aceito sem questionamento por muitos.
A letra traz imagens fortes e diretas, como “Contagem regressiva (sem cortes) / Uma estatística (de morte)”, para mostrar que a violência contra a mulher é constante e previsível, transformando vítimas em números de uma estatística trágica. Ao citar situações como “Quem foi morta na esquina? (Uma mina) / Quem sofreu episiotomia? (Uma mina) / Estuprada na família? (Uma mina)”, a música denuncia a variedade e a banalização das violências sofridas por mulheres em diferentes contextos. A menção ao “Divino feminino” aponta para a busca de força e identidade em meio à opressão. A colaboração com MC Taya e a mistura de thrash metal com rap reforçam a potência e o alcance da mensagem, tornando a denúncia ainda mais impactante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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