Dança Nua
Essa Entente
Solidão e liberdade noturna em “Dança Nua” de Essa Entente
“Dança Nua”, da banda Essa Entente, explora o contraste entre a solidão e a celebração coletiva na vida noturna de Lisboa nos anos 80. A letra destaca figuras como as “moças da noite” e descreve um bar inicialmente vazio que se enche, ilustrando tanto a busca por companhia quanto a natureza passageira desses encontros. Referências à “antiga avenida” e ao “cais onde o brilho da ponte ilumina um bar tão vazio” reforçam o cenário boêmio e nostálgico, evocando locais marcantes da cidade e sugerindo uma rotina de quem busca experiências intensas, mesmo que breves, nesses espaços.
O refrão “Eram já três, venham mais duas / As damas ao meio p’ra dança nua” funciona como metáfora para a liberdade e espontaneidade dos encontros noturnos, onde as pessoas se entregam à dança e ao prazer, deixando de lado as preocupações do dia a dia. O termo “dança nua” pode ser entendido tanto de forma literal, remetendo à sensualidade e exposição, quanto simbólica, representando a entrega desinibida à diversão. Já o trecho “Olhos inchados, descanso no cais / À beira de um barco esquecido / Que tal como eu já foi tão forte / Mas feliz só esta noite” traz uma reflexão sobre a transitoriedade da felicidade e o cansaço de quem busca momentos intensos, conectando a experiência pessoal do narrador ao ambiente vibrante, porém marcado pelo desgaste, da noite lisboeta. A canção, assim, valoriza a beleza dos encontros fugazes e a alegria encontrada mesmo em meio à solidão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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