
En Lo Alto Del Cerro
Estrella Morente
Dilemas e desafios em “En Lo Alto Del Cerro” de Estrella Morente
Em “En Lo Alto Del Cerro”, Estrella Morente explora temas clássicos do flamenco, como a incerteza e as divergências de opinião. A repetição de “unos dicen que nones y otros que pares” (“uns dizem que não, outros que sim”) destaca como as pessoas enxergam a vida de formas diferentes, reforçando a ideia de que cada um enfrenta seus próprios dilemas e dúvidas. Esse contraste é um elemento marcante do flamenco tradicional, que costuma abordar as ambiguidades e os conflitos do cotidiano.
O cenário do “Cerro de Palomares” e da “Sierra de Palomares” vai além da simples referência geográfica. Esses lugares funcionam como símbolos dos obstáculos e desafios que surgem no caminho de cada pessoa. A imagem do “espejo del agua” (“espelho d’água”) sugere momentos de reflexão e vaidade cotidiana, enquanto o aviso “no te arrimes a los zarzales, los zarzales tienen púas” (“não se aproxime dos arbustos, os arbustos têm espinhos”) serve como metáfora para os perigos e armadilhas da vida. Já o verso “pasa, pasaría aquel que tiene el agua en los labios y no la puede beber” (“passa, passaria aquele que tem a água nos lábios e não pode beber”) expressa frustração e desejo não realizado, transmitindo um sentimento de impotência diante das circunstâncias. A letra, com seu tom direto e popular, junto à musicalidade do tango flamenco, cria uma atmosfera de resignação e aceitação das incertezas, características marcantes da tradição oral andaluza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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