
À Meia Noite Ao Luar
Estudantina Universitária de Coimbra
Tradição e saudade em “À Meia Noite Ao Luar” de Coimbra
“À Meia Noite Ao Luar”, interpretada pela Estudantina Universitária de Coimbra, retrata a tradição das serenatas coimbrãs, em que estudantes percorrem as ruas à noite, embalados pelo romantismo e pela nostalgia. O gesto da “recatada donzela” que “de mansinho abre a janela” faz referência direta ao costume histórico de jovens ouvirem serenatas de seus pretendentes, um ritual marcado por emoção e expectativa. O fado cantado “à luz da Lua” reforça o clima de intimidade e magia, enquanto a figura do “boémio sonhador” representa o espírito livre e apaixonado do estudante de Coimbra.
O verso “De Coimbra, fica um rio, uma saudade” amplia o significado da música ao evocar não só o cenário do rio Mondego, mas também a nostalgia que acompanha quem passa pela cidade universitária. As menções a “cavaleiros andantes, dulcineias” e “Antero de revolta e capa à solta” trazem à tona figuras literárias e históricas, associando o ambiente estudantil a ideais de romantismo, rebeldia e tradição. Em tempos recentes, a realização de serenatas virtuais durante a pandemia reforçou o papel da música como elo de esperança e união, mostrando que, mesmo à distância, a saudade e o espírito de Coimbra seguem vivos entre gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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