
Maria da Fonte
Estudantina Universitária de Coimbra
Resistência e identidade nacional em “Maria da Fonte”
A música “Maria da Fonte”, interpretada pela Estudantina Universitária de Coimbra, celebra a coragem e o papel central das mulheres na Revolução da Maria da Fonte, ocorrida em 1846 em Portugal. O trecho “Viva a Maria da fonte / A cavalo, sem cair / Com a corneta na boca / A tocar a reunir” destaca Maria da Fonte como símbolo de liderança e bravura, remetendo à mobilização popular liderada por mulheres contra o governo de Costa Cabral. O uso da corneta para “reunir” reforça a ideia de convocação coletiva e resistência diante da opressão.
O refrão “É avante, portugueses / É avante, sem temer / Pela pátria lusitana / Triunfar ou perecer” traz um forte apelo patriótico, incentivando a luta pela liberdade mesmo diante do perigo. A letra reflete o contexto histórico de insurreição e exalta o sacrifício em nome da pátria. As menções ao “conde” e à “condessa” podem ser vistas como referências irônicas ou de reconhecimento a apoiadores da causa revolucionária. O grito final “Viva a república!” marca a transição dos ideais monárquicos para o republicanismo, refletindo as mudanças políticas em Portugal após a Revolução e a Implantação da República em 1910. Assim, a canção se consolida como um símbolo de resistência, mudança e orgulho nacional, reforçando a identidade coletiva do povo português.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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