
Promessa Bendita
Euber Medrado
“Promessa Bendita” como luz que guia a caminhada
Em “Promessa Bendita”, Euber Medrado (2005) preserva a ênfase do hino “Heavenly Sunlight” (1899): Cristo está presente antes, durante e depois das provações. Por isso as “sombras à roda” não conseguem ocultar o Salvador. A narrativa é de peregrinação sustentada pela garantia de Mateus 28:20: “Eis-Me convosco”, promessa que dá nome ao canto e fundamenta a confiança. No refrão, “Brilho celeste! ... Aleluia! Sigo cantando, Dando louvores, pois Cristo é meu!”, concentram-se presença, direção e louvor: a luz simboliza a glória que enche a alma, a alegria aparece no “sigo cantando”, e a gratidão no louvor contínuo, mesmo entre montes e vales.
A metáfora da luz estrutura todo o percurso. Quando surgem “sombras”, elas não anulam a visão, porque Cristo é “luz que nunca se apaga”. Essa presença vira direção concreta — “A luz bendita me vai guiando” — e perseverança — “Passos avante”. O caminho aponta para o destino final, “a mansão”, imagem tradicional do céu já presente em “Heavenly Sunlight”, aqui retomada como esperança de chegada. Quem canta anda ao lado do Mestre — “Junto a Seu lado sempre hei de andar” —, aproximando-se “mais e mais perto”. Assim, presença, guia, louvor e firmeza se entrelaçam: a promessa sustenta a marcha, a luz organiza a paisagem de montes e vales, e o canto mantém o coração firme até o encontro derradeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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