
Babilônia Maravilhosa
Evandro Mesquita
Contrastes e celebração no Rio em “Babilônia Maravilhosa”
“Babilônia Maravilhosa”, de Evandro Mesquita, retrata o Rio de Janeiro de forma leve e irônica, destacando tanto seu encanto quanto suas contradições. O título faz referência à antiga Babilônia, conhecida pelo esplendor e pela decadência, sugerindo que o Rio é, ao mesmo tempo, um lugar "falido, ferido" e "maravilhoso". Essa dualidade aparece em versos como “tumor nas esquinas” e “punhal cravado na esperança”, que evidenciam os problemas urbanos e sociais da cidade. Ao mesmo tempo, a música celebra o verão, o futebol no Maracanã e a vida nas praias, ressaltando o lado vibrante e apaixonante do Rio.
Evandro Mesquita utiliza gírias e expressões típicas do carioca, como “my brother” e “chique batuque kit do mar”, aproximando a canção do cotidiano local. A letra também transmite a ideia de resistência e alegria diante das dificuldades, como nos versos “Vem, vem dançar / A música não vai parar” e “O sonho não pode acabar”. O convite para dançar e celebrar funciona como uma resposta otimista ao caos, mostrando que, mesmo “andando no fio dessa navalha”, o carioca segue em busca de alegria e esperança. Assim, a música oferece um retrato honesto e apaixonado de uma cidade fascinante justamente por suas contradições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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