Plenitude
Everaldo Cordeiro
Entrega e confiança espiritual em "Plenitude" de Everaldo Cordeiro
Em "Plenitude", Everaldo Cordeiro utiliza a imagem do "cordeiro imolado" para expressar a entrega total e voluntária diante do divino. Ao se colocar "qual cordeiro imolado", o narrador demonstra humildade e rendição, destacando que a plenitude espiritual é alcançada por meio da entrega sincera e do reconhecimento da grandeza de Deus.
A letra destaca atributos tradicionais do divino, como onipotência, onipresença e onisciência, presentes em versos como "Tu estás em todo o canto, Sabes tudo o que sinto" e "Perscrutas corações, Sondas os rins dos teus fiéis". Essas frases reforçam a ideia de um Deus que tudo vê, tudo sabe e está sempre presente, trazendo conforto e segurança ao fiel. Metáforas como "Sol do amor" e "fogo santo permanente" representam a luz, o calor e a constância do amor divino, sugerindo que a presença de Deus é fonte de vida e renovação. A repetição de "Nada me separará do teu amor" reforça a convicção de que o vínculo com o sagrado é indestrutível, transmitindo serenidade e confiança na proteção e no afeto divinos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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