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Ashley (TCOAAL) - Até Que A Morte Nos Separe

Everin

Ironia e obsessão em "Ashley (TCOAAL) - Até Que A Morte Nos Separe"

Em "Ashley (TCOAAL) - Até Que A Morte Nos Separe", da banda Everin, a letra faz uma crítica direta ao clichê do amor eterno, transformando o tradicional voto matrimonial em um pacto sufocante. Inspirada pelo universo sombrio do jogo "The Coffin of Andy and Leyley", a música explora uma relação marcada por dependência extrema e violência emocional. Trechos como “Eu tô presa em ti, cê tá preso em mim / Por toda a eternidade” mostram que o vínculo entre os personagens é mais uma prisão do que uma escolha, e o uso irônico de expressões como “felizes para sempre” reforça que a felicidade prometida é, na verdade, uma condenação compartilhada.

A atmosfera da música é de pesadelo, com diálogos que misturam ameaça e deboche, como em “Se reclamar de dor / A saída vou te apontar”. Isso evidencia o ciclo de abuso e codependência, onde o amor se confunde com autodestruição. A menção aos “dois que nos criaram” sugere que esse padrão tóxico pode ser herdado dos pais, e a frase “até que a morte nos separe” ganha um tom sombrio, indicando que o fim trágico é a única saída possível. Ao repetir “felizes pra sempre” de forma sarcástica, a música critica a idealização romântica e revela o lado obscuro das promessas de amor eterno.

Composição: Everin / Eveline Teach. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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