Do Fundo da Grota
Everton Paschoal
Tradição e orgulho rural em “Do Fundo da Grota”
“Do Fundo da Grota”, interpretada por Everton Paschoal, destaca a valorização da vida simples e das tradições do interior gaúcho. A letra utiliza regionalismos e imagens do cotidiano rural para criar uma forte sensação de pertencimento. Trechos como “escuto o grito do sorro” e “me acordo de madrugada, escuto uma mão-pelada acuando no banhadal” transformam situações comuns em símbolos de orgulho cultural, reforçando a identidade do homem do campo. Expressões como “me criei xucro e bagual” e “comendo feijão mexido com pouca graxa e sem sal” ressaltam a rusticidade e autenticidade da vida rural, em contraste com a modernidade das cidades.
A música, composta originalmente por Baitaca, ganhou ainda mais destaque ao se tornar um ícone da música tradicional gaúcha, especialmente após seu ressurgimento nas redes sociais durante a pandemia. Esse contexto reforça o caráter nostálgico e coletivo da canção, que conecta diferentes gerações e resgata as raízes culturais do Rio Grande do Sul. A repetição de cenas como “quando rompe a estrela D'alva, aquento a chaleira” e as descrições dos sons e animais do campo criam uma atmosfera de aconchego, transmitindo sentimentos de saudade, orgulho e respeito pela terra. Assim, “Do Fundo da Grota” vai além de retratar o cotidiano: ela celebra a dignidade e a beleza da vida rural, tornando-se um verdadeiro hino de identidade para quem compartilha dessa origem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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