
Onze e Quinze
Evinha
Crítica à mídia e à manipulação em “Onze e Quinze”
“Onze e Quinze”, de Evinha, faz uma crítica à forma como as notícias são apresentadas nos jornais, especialmente no período da manhã, quando as pessoas estão mais suscetíveis à influência das manchetes. O verso “Embrulhei-me num dos jornal da manhã” mostra um envolvimento quase físico com a mídia, como se a pessoa buscasse proteção ou se escondesse atrás das notícias, mas, ao mesmo tempo, se expusesse ao impacto delas. Já o trecho “As manchetes ameaçavam saltar / Aos meus olhos azuis noturnos / Não se pode enganar” reforça a ideia de que, mesmo diante do bombardeio de informações, existe uma percepção crítica e uma resistência em aceitar tudo como verdade.
O contexto da música destaca a reflexão sobre a percepção da realidade e a crítica às manchetes enganosas dos jornais matinais. Isso fica evidente quando a letra chama as notícias de “bobagens do dia a dia” e, mais adiante, as reduz a “mentiras”. O fundo branco do jornal, geralmente associado à neutralidade, serve aqui como contraste para o conteúdo duvidoso das notícias. Dessa forma, “Onze e Quinze” provoca desconfiança e alerta, convidando o ouvinte a questionar a veracidade do que consome diariamente na mídia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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