
Nunca Menti
Evoney Fernandes
Ironia e humor popular em “Nunca Menti” de Evoney Fernandes
Em “Nunca Menti”, Evoney Fernandes constrói uma narrativa marcada pelo exagero e pela ironia. O cantor apresenta histórias claramente impossíveis, como “pisei na Lua primeiro, a NASA foi depois” e “ensinei o Pelé a jogar futebol”, usando hipérboles para criar situações absurdas. Apesar dessas afirmações inverossímeis, o refrão insiste: “Pode acreditar, eu nunca menti”. Essa repetição reforça o tom cômico da música, deixando claro que o objetivo é divertir o ouvinte, não enganá-lo.
A canção também se destaca pelo uso de expressões populares, como “que caia um caminhão de quenga em cima de mim”, que funciona como um juramento bem-humorado e aproxima a música do cotidiano nordestino. O conselho do avô, que alerta sobre as consequências de mentir e promete “levantar do túmulo” para dar uma bronca, acrescenta um toque familiar e descontraído. No fundo, “Nunca Menti” celebra a tradição de contar histórias exageradas, típica das conversas de bar e da cultura popular, mostrando que, muitas vezes, o mais importante é entreter e arrancar risadas, não necessariamente dizer a verdade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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