
Vendedora de Amor
Evoney Fernandes
Empatia e respeito em "Vendedora de Amor" de Evoney Fernandes
"Vendedora de Amor", de Evoney Fernandes, aborda o cotidiano de uma mulher que trabalha com a venda do prazer, enfrentando o preconceito social sem recorrer a julgamentos morais. O verso “Ela não tá matando, nem roubando / Só tá garantindo o pão” destaca a busca da protagonista por sustento de forma honesta, mesmo diante do olhar crítico da sociedade. A música deixa claro que a personagem não busca aprovação: “E não pediu sua opinião”, reforçando sua autonomia e dignidade.
A repetição de “Ela não é rapariga / É vendedora de amor” e “É vendedora de prazer” desconstrói o termo pejorativo “rapariga”, propondo uma visão mais pragmática e menos moralista sobre a profissão. A letra trata o serviço como um “investimento com retorno garantido” e destaca o papel social de “tirar a carência de quem tá sozinho”. O refrão ironiza o julgamento externo ao afirmar: “quem tá falando mal / é porque nunca provou”, sugerindo que o preconceito muitas vezes nasce da ignorância ou hipocrisia. Com uma linguagem direta, Evoney Fernandes defende o direito ao trabalho digno e questiona padrões morais impostos, promovendo respeito à escolha da protagonista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Evoney Fernandes e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: